sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Indiscutíveis


Dentre confabulações de uma mente insana, ao pensar nos poderes sociais, para redigir um texto, me surpreendi com a igualdade que encontrei em dois temas que volta e meia se chocam, política e religião, e tudo se encaixa como um quebra cabeças  já montado antes. Porem são temas não discutíveis, algo me diz que haverá criticas.
A  igualdade começa na confiança que é empregada antes, traduzindo para religião: “O homem pede algo para Deus, e promete não pecar” traduzindo para política: “ o candidato pede voto para a população e promete não roubar” depois que ambos consegue o que desejou vem a segunda parte a decepção, traduzindo para religião: Deus dá ate mais que foi pedido, o homem peca, traduzindo para política: o político ganha a eleição com unanimidade e rouba, faz caixa dois, três e quatro.  Então passa aquele tempo,  o político rouba, o homem peca, mas sempre ocorre de precisar, o homem de Deus e o político da população,  então vem a ultima parte, a do arrependimento, o homem pede perdão a Deus, e jura não pecar novamente, o político pede perdão a população com uma cesta básica, e jura não roubar de novo,  e tanto Deus quanto a população, acredita!
E a historia recomeça de novo, e de novo, e assim vai, então desfragmentando um pouco a afirmação acima, sobre a igualdade, existem dois pontos importantes nesta historia que não condiz, o primeiro é que o político se arrepende entre dois e três anos, o homem pode morrer e não se arrepender dos pecados, e o segundo é que para Deus o preço do pecado é a morte, e para a política?

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