Dentre
confabulações de uma mente insana, ao pensar nos poderes sociais, para redigir
um texto, me surpreendi com a igualdade que encontrei em dois temas que volta e
meia se chocam, política e religião, e tudo se encaixa como um quebra
cabeças já montado antes. Porem são
temas não discutíveis, algo me diz que haverá criticas.
A igualdade começa na confiança que é empregada
antes, traduzindo para religião: “O homem pede algo para Deus, e promete não
pecar” traduzindo para política: “ o candidato pede voto para a população e
promete não roubar” depois que ambos consegue o que desejou vem a segunda parte
a decepção, traduzindo para religião: Deus dá ate mais que foi pedido, o homem
peca, traduzindo para política: o político ganha a eleição com unanimidade e
rouba, faz caixa dois, três e quatro.
Então passa aquele tempo, o
político rouba, o homem peca, mas sempre ocorre de precisar, o homem de Deus e
o político da população, então vem a
ultima parte, a do arrependimento, o homem pede perdão a Deus, e jura não pecar
novamente, o político pede perdão a população com uma cesta básica, e jura não
roubar de novo, e tanto Deus quanto a
população, acredita!
E a historia
recomeça de novo, e de novo, e assim vai, então desfragmentando um pouco a
afirmação acima, sobre a igualdade, existem dois pontos importantes nesta
historia que não condiz, o primeiro é que o político se arrepende entre dois e três
anos, o homem pode morrer e não se arrepender dos pecados, e o segundo é que
para Deus o preço do pecado é a morte, e para a política?

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