quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Sobre viver.

Essa é uma analise da vida, escrito por uma pessoa que não tem conhecimento e nem estudo para tal feito, (pois a vida é a escola do conhecer, e quem conhece a vida?) um feto gerado e nutrido pelos líquidos primórdios, alimentos de formação genética que por certa intervenção divina germinou o ser.
Na minha jornada, de ousar escrever me deparo com a barreira literária, o preconceito de ideologia ou conhecimento, tanto é que discorrer sobre questões como a vida, é deveras clichê e cai em decadência por temas mais intrigantes e atuas, talvez pelo fato das incógnitas que circulam meio a esse tema serem repetitivas e nunca respondidas. Mas seria realmente a base do ser, clichê? Já se fala tanto sobre ela, e grandes perguntas sem respostas abraçam a fantasia da existência, dando assim, espaço para tantas teorias, que se perde nas inúmeras contagens.
Escrevo da vida, pois o que realmente sabemos sobre, é que esse presente onde podemos compartilhar histórias, é o único momento que temos para adquirirmos conhecimento, que por outro lado, quanto mais descobertas feitas, mais descobrimos que não sabemos nada. E esse paralelo entre saber e não saber, saber e não agregar isso à vida, saber e se abster do saber por motivos de forças maiores, são decisões de características humanas da vida que se deseja seguir, e as vezes guiada por outros seres dominadores.
Viver é tecer uma teia de aranha pessoal, e ter ampla certeza que cada filamento da teia, é uma pergunta dessas clichês que o próprio ser já se respondeu. Nos imaginar sem questionamentos é vestir o manto da sapiência de um oráculo, algo impossível, e certamente sujeito à julgamentos (questionamentos).
Pra cada consciência humana, corpos de animais são mortos, uma realidade da hierarquia, que constitui a base do controle de espécie. Mas espera, quem controla o homem? O fim da cadeia hierárquica tem uma espécie em contradição com as leis naturais, que se destrói. Suas próprias atitudes transformam o ser humano o predador da sua mesma espécie, um atentado à vida, que não nos passa despercebido, muito menos às espécies que sofrem com essas consequências. Da vida não sei muito, eu sei que ela pede socorro e livramento das garras do seu maior predador, o homem. 

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Um abraço.

Parece que senti seu coração
batendo forte no momento do abraço 
e fiquei em embaraço. Todo esse 
estado de clemencia, qual eu passei
todo desgaste vivido e não lhe agradei 
já estava confortado, com o estado 
do seu coração, mas um abraço, 
fez um abalo em minha decisão 

Seu coração batia, no ritmo do meu 
E naquele momento me pareceu tão 
inseguro esse pensamento, e foi apenas 
o tempo, que me acalentou. 
Seus laços ainda amarram alguns sentimentos 
aqui dentro, mas o maior desamarrou. 

Depois de tanto tempo, esse batimento acelerado 
foi a certeza a aprovação, esse suor em minhas mão 
seu jogo de mãos no cabelo disfarçando um olhar 
só me fez reencontrar o castiçal da vela anda acesa 
dentro de cada um, tempo de colocar cartas na mesa. 

Foram tanto tempo mentindo um para o outro 
que agora vejo que nada foi morto 
apenas hibernou por um momento,
e agora está solto. 

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Novo esquema.

Sou um trabalhador, brasileiro cidadão
Exijo meus direitos com a constituição.
Pois trabalho o dia inteiro,
e ganho uma merreca
Pra ver politico colocar
dinheiro dentro da cueca?

Falem o que quiserem, 
pois reclamo e tenho motivos
Como a máfia da ambulância 
e o cartão corporativo.

Querem desmontar a PF, 
pra Lava Jato ficar rilex
E descansar em um sitio 
ou de quem é tríplex?

Pois hoje em dia pra roubar
Segue a dica, é assim:
Antes era “passe a grana”

E hoje é “vote em mim”.