Essa é uma analise da vida, escrito por uma pessoa que não tem conhecimento e nem estudo para tal feito, (pois a vida é a escola do conhecer, e quem conhece a vida?) um feto gerado e nutrido pelos líquidos primórdios, alimentos de formação genética que por certa intervenção divina germinou o ser.
Na minha jornada, de ousar escrever me deparo com a barreira literária, o preconceito de ideologia ou conhecimento, tanto é que discorrer sobre questões como a vida, é deveras clichê e cai em decadência por temas mais intrigantes e atuas, talvez pelo fato das incógnitas que circulam meio a esse tema serem repetitivas e nunca respondidas. Mas seria realmente a base do ser, clichê? Já se fala tanto sobre ela, e grandes perguntas sem respostas abraçam a fantasia da existência, dando assim, espaço para tantas teorias, que se perde nas inúmeras contagens.
Escrevo da vida, pois o que realmente sabemos sobre, é que esse presente onde podemos compartilhar histórias, é o único momento que temos para adquirirmos conhecimento, que por outro lado, quanto mais descobertas feitas, mais descobrimos que não sabemos nada. E esse paralelo entre saber e não saber, saber e não agregar isso à vida, saber e se abster do saber por motivos de forças maiores, são decisões de características humanas da vida que se deseja seguir, e as vezes guiada por outros seres dominadores.
Viver é tecer uma teia de aranha pessoal, e ter ampla certeza que cada filamento da teia, é uma pergunta dessas clichês que o próprio ser já se respondeu. Nos imaginar sem questionamentos é vestir o manto da sapiência de um oráculo, algo impossível, e certamente sujeito à julgamentos (questionamentos).
Pra cada consciência humana, corpos de animais são mortos, uma realidade da hierarquia, que constitui a base do controle de espécie. Mas espera, quem controla o homem? O fim da cadeia hierárquica tem uma espécie em contradição com as leis naturais, que se destrói. Suas próprias atitudes transformam o ser humano o predador da sua mesma espécie, um atentado à vida, que não nos passa despercebido, muito menos às espécies que sofrem com essas consequências. Da vida não sei muito, eu sei que ela pede socorro e livramento das garras do seu maior predador, o homem.
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